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quarta-feira, 22 de maio de 2019

Psicopedagogia: 7 Dicas para montar sua Clínica

Hoje vamos trazer sete dicas de como montar sua clínica de forma fácil e rápida. Seja bem vindo(a) ao site Jossandra Barbosa. 
Montar seu próprio negócio pode ser um desafio empolgante. Um grande sucesso. Ou uma grande dor de Cabeça. Por isso fica aqui 7 dicas que podem fazer toda a diferença. Vamos lá!!!

⏩Dica 1
Escolha o tipo de Clínica que você quer abrir:
  • um espaço de atendimento só psicopedagógico
  • um espaço multidisciplinar com atendimento psicopedagógico mas com vários outros profissionais;
  • uma sala de consultório sublocado em uma clínica já existente
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⏩Dica 2
Planeje quanto vai investir
Investimento depende de suas condições financeira. Se você nunca foi empreendedor, nem montou nenhum negócio planeje primeiro para não ter aborrecimentos depois. 
Para que você tenha ideia real de quanto eu estou falando veja as seguintes simulações ( lembrando que estes valores são baseados em minha experiência, podem sofre alterações de região para região). 
§ 2500,00 - você monta um kit de atendimento a domícilio (farei uma postagem com várias dicas sobre este tipo de atendimento)
§ 5000,00 você consegue manter uma sublocação de uma sala de atendimento em média por apenas dois meses. 
§10.000,00 você consegue abrir um espaço de atendimento de pequeno porte. 
§ até 50.000,00 você consegue abrir um espaço de atendimento de médio porte. 
§ Acima de de 100.000,00 você consegue abrir uma clinica completa para atendimento multidisciplinar. 

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⏩Dica 03
Pesquise Modelos
Já ouviu falar que tudo se copia. Mas isto não é ruim. Na verdade indicamos que você primeiro conheça outras clínicas, espaços, consultórios e profissionais para ter ideais de como vai criar o seu negócio.  
Para isto use as redes sociais, visite outros profissionais, converse através de chats e grupos.  

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⏩Dica 04
Faça uma lista dos materiais mais urgentes a serem usados nas sessões.
Um dos grandes perigos para investir em uma clínica psicopedagógica é fugir do orçamento estabelecido. Para que isso não aconteça você precisa ter foco do que realmente vai usar nos primeiros 4 meses.  Caso contrario você terá excesso de material que não será utilizado nos primeiros meses e terá urgência de material que você terminará comprando com cartão de crédito, fazendo dívidas ou até comprando bem mais caro ou ainda produtos errôneos.

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⏩Dica 05
 Pense bem antes de definir o local
O local é muito importante. Talvez ele possar ser a Cereja do bolo. Ou seja , aquilo que o cliente vai levar em consideração na hora de escolher o seu serviço.
Mas ele também pode ser sua maior dor de cabeça. Alugueis, segurança. acessibilidade, vários são os itens que precisam ser estudados antes de fechar  o contrato.

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⏩Dica 06
 Pare , pense e responda as seguintes perguntas:
  • realmente quero investir ?
  •  agora é o momento certo?
  • terei como manter funcionando?
  • quais serviços quero oferecer?
  • como vou divulgar o meu trabalho?
  • minha cidade tem cliente em potencial?
  • meu orçamento se encaixa no meu planejamento?
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⏩Dica 07
Tenha certeza do que você quer
 Dúvida traz incertezas, conflitos, desânimo e prejuízos. Por isso é tão importante ter certeza. Não pode ser apenas um ideia legal, você tem que realmente sonhar, desejar , quer muito ter a sua clínica/espaço/consultório ou simplesmente atender como psicopedagogo. Pois ser um empresário e psicopedagogo exigirá de você vários conhecimentos não somente de psicopedagogia mas de gestão também. 

Espero ter te levado a algumas reflexões e que através destas dicas você tenha se sentindo instigado a ser um empreendedor na psicopedagogia. para lhe ajudar a ter mais conhecimento sobre este assunto te apresento a segunda edição do meu livro "Empreendedorismo na psicopedagogia: como montar e gerenciar sua clínica psicopedagógica". Este livro é dividido em  partes gerenciamento, marketing, a parte jurídica, os materiais nele você encontrar os detalhes de como montar seu negócio desde uma pequena sala a uma grande clínica. Com exemplos, relatos, fotos e muitas dicas.


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Obrigado pela sua visita em nosso site. Temos várias outras postagens fique a vontade para lê-las. 
Até Breve!

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Você já tem sua carteirinha de Psicopedagogo?
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Intervenções Psicopedagógicas: a relação terapeuta e aprendente

Vamos dar continuidade a nossa discussão sobre as intervenções psicopedagógica. Hoje vamos abordar a relação terapeuta e sujeito/ aprendente em atendimento. Vamos dar preferência pela expressão aprendente no lugar de paciente/sujeito/aluno ou qualquer outra denominação.


Jossandra Barbosa
Psicopedagoga e Neuropsicopedagoga

.
Chamaremos de intervenção psicopedagógica o processo posterior ao diagnóstico psicopedagógico ( seja Dipp situacional, TA ou MA)*[1] com o objetivo de  INTERVIR (ajudar, habilitar, reabitar, capacitar) o aprendente de forma terapêutica em um espaço terapêutico. 

Espaço de Atendimento do Instituto Sinapses em Teresina


Estamos aqui considerando psicopedagogia, como campo amplo, sem divisões entre clínica ou institucional e abordaremos como espaço terapêutico todo e qualquer espaço de atendimento.
Chamaremos de sessões de intervenção, reuniões e encontros de forma individual ou coletiva com aprendentes num determinado espaço terapêutico, num determinado tempo estimado.

É durante as sessões de intervenção que o psicopedagogo torna-se mais íntimo sujeito em atendimento/tratamento. E é exatamente esta proximidade que torna perigoso o trabalho do terapeuta/psicopedagogo. A partir de agora chamaremos o psicopedagogo somente pela expressão terapeuta , pois é assim que o sindicato dos psicopedagogos orienta que ele seja chamado – TERAPEUTA DA APRENDIZAGEM.

O Terapeuta em atendimento precisa ter cuidado com pequenos detalhes como, por exemplo, chamar o aprendente por apelidos, utilizar o diminutivo para explicar sobre algo contato afetivo, abraços, beijos e outros carinhos como também expressões de raiva ou aborrecimento.

O contato verbal e físico com o aprendente em atendimento deve ser limitado por regras, estas colocadas ainda no enquadramento das sessões. Enquadramento é o momento inicial de qualquer sessão terapêutica, onde o terapeuta estabelece um contrato oral de regras com seu/seus aprendente/s assim como quaisquer tipos de bonificações.

Importante ressalta que para o bom andamento de uma sessão terapêutica, o aprendente precisa estar consciente de tem de tudo aquilo que está acontecendo ao seu redor. Assim, o terapeuta precisa explicar o que ele irá fazer em suas sessões.  Sem mentiras. Principalmente quando estamos falando de crianças, pois o terapeuta pode ser levado a mentir para seu aprendente dizendo que ele irá só “brincar”, por exemplo. Tal atitude do terapeuta trará resistência quando for o momento desta criança usar um caderno, ou um teste escrito ou até mesmo a EOCA[2] por exemplo.  

Em outras palavras o aprendente precisa querer o processo de intervenção e não se assediado, comprado ou conquistado através de trocas e presentes a fazer as atividades propostas durante a sessão.

Você pode pensar ou estar dizendo: mas tem crianças que são resistentes as atividades do atendimento, ou são mais agitadas e pode ser preciso negociar com elas para que elas façam as atividades. Sim, isto pode acontecer. Só que não pode virar regra do seu atendimento. O seu relacionamento com seu aprendente deve ser de confiança e com regras bem claras desde primeira sessão.

Nesta sessão iremos pintar, depois iremos jogar o jogo A e B , sendo assim você só jogará o jogo A se tiver terminado a primeira atividade”

O terapeuta é que conduz a sessão e não o aprendente. Nunca esqueça disso.


Vamos falar sobre o contato com os pais. Pois é algo que o terapeuta deve ter muito cuidado.
Dentro da sessão o contato com os pais deve ser desenvolvido com cautela e precauções. Deve-se evitar dar o telefone ou e-mail pessoal aos pais, assim como cumprimento com beijos e abraços, limite-se a um aperto de mão forte que transmita confiança e credibilidade, evite conversas paralelas em ambientes que não seja o espaço de atendimento, não permita os pais dentro da sessão (a não ser que esteja planejada a presença deles), não permita que os pais entrem sem ser anunciados, não permita levar lanche para os filhos, bater na porta enquanto o atendimento está sendo realizado não faltar, ou até mesmo chegar com antecedência e querer conversar fora do espaço de atendimento.

Vou aqui contar-lhe um caso que me aconteceu:

Em um atendimento, descobri que uma mãe ficava escondida atrás da porta do consultório tentando ouvir o que eu falava com o filho dela. Foi uma cena constrangedora quando abri a porta para pegar algo em outra sala e me deparei com a porta entreaberta e com a mãe segurando no trinco. Ali terminei a sessão naquele exato momento e me pus a conversar com aquela mãe. Pois sem confiança não há processo de intervenção. Ela me argumentou o medo de abuso sexual e traumas de infância. Percebi que eu não havia feito um enquadramento adequado àquela mãe e então passei a refazer todo o processo de enquadramento. Resultando em sessões seguintes tranquilas e com a mãe na sala de espera.

Outras situações podem ser colocadas aqui, da minha experiência profissional, nos atendimentos e a relação com os pais. Por exemplo, pais que chegam dizendo o que querem que você faça. Outros são pessimistas e vão dizendo que nada dá certo e tem até aqueles que se acham mais competentes do que você e já colocam a sua capacidade em jogo. Em todos estes casos é o ENQUADRAMENTO[3] que definirá o rumo destas sessões.

Gosto de dizer que a intervenção psicopedagógica é o Real objetivo do trabalho do psicopedagogo. Ela que ele vai mostrar a sociedade o  resultado do seu trabalho.  É nela que o cliente vai perceber se seus objetivos foram ou não atingidos e daí  buscar novos  resultados que possam resolver o quadro de dificuldades que alguém possa estar enfrentando.

Há aproximadamente um mês uma família chegou ao meu consultório e colocou que estava mudando de terapeuta porque não virão nenhum resultado. Logo então fiz duas perguntas a esta família: quanto tempo foram de sessões e quais eram seus objetivos. Então me responderam que foram um mês e que o objetivo que desejavam é que queriam que a filha, de cinco anos e com autismo leve , fosse alfabetizada. Aqui nos leva de volta a importância do enquadramento. Onde parte do terapeuta mostrar aos pais o que é a intervenção, como ela funciona e o tempo que ela poderá levar. Por isso que eu defendo o PIPp [4]( são projetos de intervenção com tempo , objetivos e metodologia aplicada de acordo com a situação / local / aprendente) . Assim o cliente fica ciente do que ele deve esperar como resultado.

Voltamos então para a temática central desta postagem: a relação sujeito e terapeuta. Vamos nos reportar a  transferência e a contratransferência psicanalítica.
Durante as sessões o profissional precisa ficar vigilante como se delínea sua relação com o aprendente/s. Voce sabia que você pode amar ou odiar o aprendente? Se apaixonar ou tentar se afastar dele? Ou se apaixonar por um dos pais? Ou por ambos?

Não vou fazer aqui longas explicações sobre os processos de transferência e contratransferências negativas e positivas durante o atendimento. Sobre este tema vou deixar um vídeo para que vocês possam refletir sobre este assunto. 





Entretanto , as intervenções podem demorar tempo suficiente para gerar sofrimentos psíquicos. Vir a desencadear patologias no terapeuta, tensões e frustações.  O aprendente por sua parte, estará propenso a expor seus mecanismos de defesas , resultando  as rejeições, birras, negações,  ofensas e até mesmo crises que resultem em quebra de objetos e até dano físico ao terapeuta ou do terapeuta para o aprendente.

Vou deixar o vídeo abaixo que fala sobre os mecanismos de defesa dentro do atendimento psicopedagógico. Tanto o terapeuta pode desenvolver os mecanismos de defesa intrapsíquico quanto o aprendente. Resultado no fracasso ou mesmo retrocesso das sessões.


O psicopedagogo precisa conter suas opiniões ou mesmo suas transferências  positivas ou negativas frente ao aprendente devem ser verificadas e contidas com frequente ( daí a necessidade do terapeuta fazer análise e supervisão com outros profissionais, porque é normal que o mecanismo de defesa da resistência ou da racionalização faça com ele não perceba os próprios erros deste relacionamento).

Não cabe ao terapeuta gostar ou não gostar do aprendente, mas sim buscar de todas as formas contribuir para que as queixas iniciais sejam amenizadas ou até mesmo eliminadas.

Aqui, ainda, podemos ressaltar que muitos profissionais passam a ter contato íntimo com seus clientes criando vínculos errados entre terapeuta e aprendente. Ou terapeuta e pais deste aprendente.




Intervenções Psicopedagógicas no espaço clínico do Instituto Sinapses. Aprendente com 5 anos. Dificuldades de Aprendizagem.


Quando falamos de terapia para jovens, adolescente e adultos o motivo de preocupação é ainda maior porque mecanismos de transferências como a sublimação e a projeção é um risco constante durante as sessões.

Precaução é a palavra chave da relação terapeuta e sujeito. Outros aspectos ainda podem der falados a este respeito, acredito que eu escreveria um livro só falando sobre este assunto. Um exemplo é a roupa do terapeuta. A cor do jaleco, a forma como as terapeutas mulheres mexem o cabelo, abotoam o jaleco, a escolha da peça intima, a altura do salto, a cor do batom, a pulseira tudo influencia nos aspectos do inconsciente do sujeito em processo terapêutico e também causa impacto no inconsciente do próprio terapeuta. Acho que vou gravar um vídeo sobre isso. Kkkkkk

Uma sessão terapêutica é uma caixinha de surpresa cheia de detalhes e que podem ter outras caixinhas fechadas dentro e que cada sessão surgem outras caixas a serem abertas.

Cada detalhe da sua sessão é importante. O sucesso dos meus objetivos seja ele fazer uma criança ler como faze-lo querer ir a escola, ou melhorar seu relacionamento com os pais são resultado de um conjunto de ações verbais e  não verbais do terapeuta.

Eu poderia ainda continuar falando sobre este assunto, acredito que venha construir outra postagem para darmos mais dicas de como o terapeuta possa estar atento e evitar simbioses negativas e contratransferências patológicas.

Já realizei supervisões com terapeutas em prantos de choros porque se sentem fracassados por não resolverem os problemas de seus clientes, outros se sentem estressados com uma continuidade de sessões que não sabem mais o que fazer e já vi até aqueles que chegaram a brigar com a família por causa do aprendente e presenciei um caso que o terapeuta entrou na justiça para ganhar a guardar de uma criança que era seu aprendente. Parece impossível, não provável, impensado, absurdo???? Nada disso. Tudo é possível dentro do espaço terapêutico. Assim como o quarto familiar é uma alcova de segredos o espaço terapêutico também é. Cheio de labirintos. Cheio de encantos. Cheio de lamentos.

Deixo a vocês o convite para discutirmos na próxima sessão estratégias para as sessões de intervenções.

Até a próxima. Caso desejar, deixe seu feedback nos comentários. E muito importante saber sua opinião sobre a postagem para assim pudermos desenvolver outras. Nosso objetivo é juntos compartilhamos nossas experiências.


[1] Jossandra Barbosa desenvolveu a teoria do DIPp – processo do diagnostico psicopedagógico dividido em três tipos de diagnóstico. Situacional, Transtorno de Aprendizagem e Modalidade de Aprendizagem. Através de um diagnóstico mais rápido, foram desenvolvidos instrumentos e técnica onde as sessões possam ser realizadas em 2 e no máximo seis sessões. Sessões que se tornam fáceis de serem vendidas aos clientes e aplicadas a qualquer tipo de ambiente de trabalho. O Dipp já é aplicado desde 2016 na clinica de atendimento do instituto sinapses em Teresina, e é ensinado em todas as turmas de pós-graduação do instituto sinapses. Também é aplicado no estágio 1 das turmas do sinapses. O livro Dipp poderá ser comprado em breve e todo e qualquer psicopedagogo poderá utilizar este novo método psicopedagógico.
[2] EOCA – Entrevista operativa centrada na aprendizagem. Teste psicopedagógico desenvolvido por Jorge Visca através da sua teoria Epistemologia Convergente.
[3] A teoria do Enquadramento é trabalhada no livro Epistemologia Convergente de Jorge Visca.
[4] Assim como o DIPp , Jossandra Barbosa desenvolveu a teoria dos projetos de intervenção – PIPp onde o psicopedagogo constrói após o dipp o tipo de atendimento baseado em objetivos que deseja ser alcançados. 



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Intervenção Psicopedagógica Na prática

Já observaram que poucos livros tratam sobre a Intervenção Psicopedagógica?


Intervenções Psicopedagógicas na Clinica de Atendimento do Instituto Sinapses


Fazer uma pesquisa sobre este tema vai te levar a uma meia dúzia de sites e livros.  Observo uma supervalorização do processo diagnóstico e a Pouca importância ao processo de intervenção. Já observou que os vídeos, livros e os cursos valorizam o diagnóstico?



 Uma Breve pesquisa no Google vai confirmar tal questionamento. Há uma número muito grande de páginas voltadas para discutir o diagnóstico, diferente  quando pesquisamos sobre a intervenção psicopedagógica.



Até mesmo nos cursos de psicopedagogia não são todos que oferecem como  disciplinas a intervenção psicopedagógica.

Intervenções Psicopedagógicas na Clinica de Atendimento do Instituto Sinapses

Quando comecei a atuar como psicopedagoga  deparei-me com inúmeras dificuldades de atuação durante as sessões de intervenções,  muito mais do que as sessões de Diagnóstico.



É durante a intervenção psicopedagógica que ficam mais claros e evidente problemas como a afetividade, relacionamento entre o cliente e o terapeuta, o cliente e a família,  a família e o sujeito em atendimento.

É  nesta fase que ocorrem conflitos de interesses, sejam dos Pais, da escola, do terapeuta como também do próprio aprendente.



Sem falar que é durante a intervenção que o psicopedagogo precisa ser mais criativo, obter materiais e ser dinâmico em seu atendimento para que o cliente não perca o interesse das sessões.



Nunca vi postagem de  psicopedagogos relatando dificuldades durante suas intervenções, geralmente quando vemos fotos nas redes sociais de alguém colocando sobre seu atendimento é sempre demonstrando facilidade e resultados positivos, na prática não é sempre assim que acontece ( também sabemos que faz parte do marketing mostrar somente bons resultados).



Muitos psicopedagogos passam  tempo suficiente com o aprendente e não conseguem resultados, algumas  famílias desistem do atendimento por não  observarem resultados atingidos com a terapia.  Ainda há os profissionais que estendem os atendimentos por questões financeiras mesmo  já tendo os resultados desejados.



Foi observando esses fatores, e dentro da minha própria necessidade, que  decidi fazer uma série de postagens específicas sobre o processo de intervenção. Desta forma dividi estas postagens da seguinte forma:



1 Primeiro vamos falar sobre a relação cliente e psicopedagogo durante o processo de intervenção.  Relação esta, onde vai acontecer transferência e contratransferências que podem tornar o atendimento inviável e até mesmo prejudicar o sujeito



2 Depois vamos falar de planejamento e estratégias de intervenção do psicopedagogo para atingir os resultados esperados das sessões.



3 E por fim, vamos analisar a Alta psicopedagógica ou seja o fim das intervenções, analisando quando o psicopedagogo deve parar de fazer o atendimento, ou até mesmo, quando as sessões não são mais significativas para o cliente? Qual a hora do fim do atendimento?




Obrigado a todos: Jossandra Barbosa.




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A atuação do Psicopedagogo nas diferentes Instituições

A ATUAÇÃO DO PSICOPEDAGOGO EM DIFERENTES INSTITUIÇÕES
Jossandra C Barbosa
Fundadora e Presidente do Sindicato dos Psicopedagogos do Brasil
Fundadora e diretora do Instituto Sinapses
Fundadora do site www.grupopsicopedagogiando.com.br
Proprietária da www.lojavirtualdopsicopedagogo.com.br 
jossandrabarbosa@gmail.com
Acesse também www.jossandrabarbosa.com.br
www.cursoseadsinapses.com.br




Apresentação
Qual o trabalho do psicopedagogo nas instituições? Já são centenas de artigos e livros escritos a este respeito, mas nenhum discute tão especificamente como viemos tratar neste artigo. Aqui será discutido o que é a Instituição no mercado de trabalho? Qual o papel do psicopedagogo no espaço moderno de diferentes instituições? Como realizar o trabalho psicopedagógico fora da dicotomia escola e consultórios clínicos? Além de responder estas questões este texto traz exemplos de atuações inusitadas como em funerárias, autoescolas, igrejas e outros segmentos institucionais. Ainda será discutida aqui a prática do diagnóstico e das intervenções em ambientes institucionalizados. Esperamos aqui colaborar com a ampliação da atuação do profissional psicopedagogo no mercado de trabalho. E fazer provocações que o leve a reflexão da construção de uma psicopedagogia popular no Brasil.
Repensando Psicopedagogia
A psicopedagogia no Brasil está em processo de construção do seu perfil profissional. Nos últimos anos estas mudanças foram mais acentuadas e com mudanças tênues que mudaram o perfil do tradicional psicopedagogo.
Foi na década de 90 que iniciaram os primeiros cursos de psicopedagogia de forma separada. Onde cursos só clínicos e só institucionais começaram a ser oferecidos. Então, ai inicia um doloroso problema na psicopedagogia: definir o que são estas áreas. Algo que não aconteceu de forma tão específica até hoje.
A discussão acerca de tal definição ( do que é clínico e o que institucional ) é complexa e sem uma unidade.  Ao longo dos 50 anos de cursos oferecidos de pós-graduação em psicopedagogia a tornaram uma área esfacelada sem um referencial correto, com cada faculdade oferecendo cursos diferentes com grades diferentes e profissionais atuando de acordo com as necessidades locais e muitas vezes perdidos sem orientação correta.
Na maioria dos livros, artigos e escritos encontramos a referência ao trabalho do psicopedagogo clínico como sendo dentro de uma clinica e o do psicopedagogo institucional como sendo preferencialmente em instituição escolares. O livro “Psicopedagogia Institucional” da autora Olivia Porto é um destes exemplos, onde ela trabalha como instituição somente a escola e apenas situações escolares. Outras autoras também seguem a mesma linha, até porque era assim que era entendido, psicopedagogia institucional era a atuação do psicopedagogo dentro das escolas.
Mas isto não corresponde mais a psicopedagogia da atualidade. 
Voltando a falar da divisão dos cursos em clínico e institucional. Estes ganharam carga horária diferente, sem uma matriz específica cada faculdade oferece disciplinas que considera mais importante. Os cursos institucionais ganharam carga horária menor e uma matriz curricular com discussões restrita ao fracasso e sucesso escolar em sua grande maioria ou me arrisco a afirmar que exclusivamente todos são sobre escolas.
 Já os cursos de psicopedagogia clínica são voltados para consultórios e normalmente oferecem estágio, algo que não vemos no curso de psicopedagogia institucional. Aqui é o ponto de maior discussão acerca das ineficácias da separação dos cursos de psicopedagogia. Onde podemos resumir em três aspectos: matrizes diferentes, estágios não obrigatórios e cargas horárias incompletas. Esta é uma discussão que faço há muito tempo, mas não é o foco deste texto. Concluímos aqui nosso posicionamento de total contrariedade de cursos separados, pois entendemos psicopedagogia como uma única área onde não há subdivisões. 
O trabalho do psicopedagogo é um só Investigar, tratar ou prevenir os problemas referente as dificuldades e transtornos de aprendizagem e  em qualquer ambiente de trabalho.
Quando falamos de ambiente institucional entendemos como instituições:
# A clinica médica, psicológica e as multidisciplinares;
# Os centros de referências;
# Os núcleos de atendimentos;
#As instituições escolares (berçários, creches, educação básica, centro técnicos e universidades/faculdades);
#Empresas Públicas e Privadas;
#Funerárias (sim, isso mesmo)
#Auto Escolas
#Indústrias e Fábricas
#ONGS assistenciais
#Instituições assistências do governo (Penitenciarias, casa de repouso, albergues, orfanatos, casa de menores infratores e etc)

O trabalho do psicopedagogo dentro das diferentes instituições.

O trabalho do psicopedagogo é muito importante em todos os ambientes institucionais. O trabalho dentro de uma clínica (que também é um tipo de instituição) requer os mesmos conhecimentos que é um trabalho dentro de uma escola ou de um Núcleo de atenção psicossocial. 

Através de muitos relatos de profissionais da psicopedagogia levam a crer que a teoria oferecida pelos cursos da Chamada Psicopedagogia Institucional não são suficiente para a atuação no mercado de trabalho. 

Muitos psicopedagogos que atuam em centros psicossociais dos governos municipais e estaduais ficam perdidos ao serem contratados, já que não tiveram em seus cursos a parte de diagnóstico e intervenção psicopedagógica e ficaram apenas vendo discussões teóricas acerca da aprendizagem escolar. E enfrentam o dia-a-dia com inúmeros problemas de aprendentes que são encaminhados para estes centros para reabilitação cognitiva e em busca de ajuda, já que são encaminhados pelas escolas que não conseguem mais resultados positivos com o aluno.

Outro exemplo são os profissionais que atuam em presídios. Já houve psicopedagogos que tiveram que buscar cursos de capacitação de forma extra fora dos seus domicílios, já que seus cursos não trouxeram nada sobre o trabalho com adulto seja em situação de risco ou não. 

Em 2015 foi lançado o primeiro Congresso de Psicopedagogia Popular, organizado pelo Sindicato Dos Psicopedagogos do Brasil, trazendo como temática o trabalho do psicopedagogo em diferentes instituições, até agora já foram quatro congressos, todos ampliando as discussões sobre a formação e o trabalho do psicopedagogo.
Neste congresso anualmente diferentes profissionais trazem suas experiências para compartilhar com os participantes e em 2016 tivemos uma versão on line deste evento.
A importância deste evento e a grande contribuição dele para com a psicopedagogia é exatamente a discussão sobre a abertura do mercado de trabalho para o psicopedagogo onde a velha dicotomia clínica e escola não existem mais e novas experiências são ali trocadas.
Como por exemplo o trabalho do psicopedagogo junto a pessoas usuárias de drogas ou em tratamento de doenças terminais, junto a moradores de rua, a empresas de energia, shoppings e até mesmo em salão de beleza. Ficou surpreso? Pois bem, a intenção deste texto é abrir as possibilidades da psicopedagogia.
Psicopedagogia é única, imensa, maravilhosa e indiscutivelmente necessária à sociedade. Não importa o lugar, mas sim o que o psicopedagogo pode fazer para aquelas pessoas naquela especifica situação e determinadas necessidades.
Para esta nova Psicopedagogia, o profissional precisa estar preparado não só para clínica ou escolas, mas sim para atender qualquer público em qual espaço social.  

Um exemplo da nova realidade do mercado de trabalho do psicopedagogo são atuações destes profissionais junto a autoescolas com trabalho de orientação aos novos condutores em relação à atenção, concentração, memória e avaliação de transtornos psicomotores ou de leitura.

Se você parar para pensar: Quantas pessoas não passam no teste do DETRAN porque não sabem o que é direita e esquerda? Não conseguem se concentrar? Memorizar as questões? Ler e ter atenção às perguntas? Ou seja, nem todas as pessoas possuem somente problemas com ansiedade ou nervosismo, muitas não conseguem por déficit de aprendizagem e como o trabalho do psicopedagogo pode fazer a diferença dentro da formação dos condutores brasileiros.

A implantação dos serviços de atendimento psicopedagógico pelas funerárias junto ao serviço psicológico já é realidade no Brasil. Sim, pode parecer estranho, confuso, mas é extremamente necessário.
Quando pensamos em Funerária, pensamos na morte. Mas esquecemos dos parentes vivos. Normalmente quando estou em aulas faço um teste com os alunos perguntando quantos tem plano de saúde e quantos tem planos funerários, sem sombra de dúvida que a maioria possui plano de saúde o que nos leva a concluir que não estamos preparados para morte. Talvez por seu algo doloroso, mas inevitável.
Desta forma se não me preparo para a morte também não pensamos em quem deixamos vivo. Alguns até se preocupam criam seguros de vidas, pensões privadas, testamentos e outros tipos de cuidados que geralmente giram em torno de bens materiais.
Mas estamos falando de outras necessidades que não são materiais e sim mentais.
No processo de luto os aspectos emocionais passam a influenciar os demais aspectos neurológicos principalmente as funções executivas superiores tão importantes para o processo ensino-aprendizagem e assim em crianças e adolescentes as atividades escolares são as primeiras prejudicadas.
É aqui onde entra o trabalho do psicopedagogo. Junto aos familiares como filhos, netos, sobrinhos e demais familiares que estejam em fase escolar.
Como terapeuta da aprendizagem, o psicopedagogo vai até estas pessoas, até a escola, até sua residência e seu trabalho diferente do psicólogo ou do assistente social é cuidar (prevenindo ou tratando) dos obstáculos cognitivos que estejam afetando o aprendente naquele processo de luto.
Auxiliar a escola, também é a função do psicopedagogo. No luto, voltar à escola pode ser algo muito difícil. Nem sempre escola, professores e alunos estão preparados para receber de volta este aprendente. Ou até lidar com sua rejeição, mudanças comportamentais, notais baixas, ausências, dificuldade de realizar atividades em grupo e tantas outras perturbações que podem surgir após o processo de luto.
Desta forma tanto a Funerária pode contratar diretamente o profissional psicopedagogo como ela pode terceirizar contratando uma clínica que ofereça o serviço de acompanhamento psicopedagógico e incluir este serviço nos demais que já oferece no plano funerário.
Nos últimos seis anos, viajei bastante, dando aulas, cursos, palestras e o que falar do contato via aplicativo celular e redes sociais tudo isto nos trouxe contato com psicopedagogos de várias cidades e a oportunidade de conhecer atuações diferentes do que mostravam os livros de psicopedagogia como trabalhos em Casas de Idosos, Penitenciárias, Igrejas Evangélicas, Orfanatos, atendimentos a domicílios e até projetos em um salão de beleza.
As possibilidades de atuação na psicopedagogia são fascinantes. PORQUE NOSSO OBJETO DE ESTUDO É APRENDIZAGEM e em todos os espaços sociais possuem trocas e necessidades diferentes de aprendizagem e são nestas necessidades que o trabalho do psicopedagogo está presente seja para prevenir ou tratar dos problemas que podem ser gerados neste processo como facilitar para que ele seja pleno e de sucesso.

Contudo voltamos ao assunto da formação deste profissional. Em os ambientes de trabalho o psicopedagogo precisa conhecer os instrumentos de avaliação e técnicas de intervenção para serem aplicadas com as pessoas envolvidas nestes ambientes.
Públicos diferentes que exigem materiais e conhecimentos diferentes. Por exemplo, a atuação com idosos, onde o trabalho do psicopedagogo é restabelecer o desejo de aprender estratégia que pode ser aliada ao seu bem estar físico e emocional. Já com adultos e jovens nas universidades o problema pode ser longas sequelas de um mau processo de escolarização, ou transtornos de aprendizagem não tratados, déficit emocional e problemas psiquiátricos. O atendimento a pessoas com deficiência exigem conhecimento especifico sobre medicações, autismo, métodos sensoriais, linguagem, comunicação e assim por diante.
O psicopedagogo é um profissional que não pode parar de estudar. Seu compromisso social com público a que ele se destina é grande. Capacitações extras deve ser rotina.

 
Quadro Resumo 1

 
Quadro Resumo 2



O Diagnostico Psicopedagógico Dentro Das Instituições

Assim como não separo psicopedagogia em clínica e nem institucional também não separo o diagnóstico.
Quem também já leu outros textos de minha autoria sabe que defendo o uso do termo diagnóstico psicopedagógico (DIPp) e não de avaliação psicopedagógica.
Isto devido à resistência dos profissionais em aceitarem que o psicopedagogo use a palavra diagnóstico.
Diagnóstico para a psicopedagogia não tem sentido de resultados como erroneamente as pessoas costumas dizer: o médico deu o diagnóstico de autismo. Na verdade ao trocarmos o verbo DAR pelo FAZER a frase muda o significado, veja na prática “o médico fez o diagnóstico do autismo”. Esta simples troca do verbo usado nesta frase explica todo o preconceito e mau uso da palavra diagnóstico no Brasil. Pois ela é usada como resultado e não como processo de investigação.
Quando dizemos que o médico deu o diagnóstico estamos falando das conclusões e quando dizemos o médico fez o diagnóstico estamos nos referindo a todo o processo que ele executou: observação, os testes, a anamnese e suas hipóteses.
Sendo assim quando falamos que o psicopedagogo faz DIAGNOSTICO não estamos nos referindo a dar resultados de síndromes ou doenças, por exemplo, mas sim que para compreender a queixa ele executa – aplica instrumentos que o ajudarão a compreender as causas e soluções para os problemas ali apresentados.

Dipp – Significa Diagnóstico Psicopedagógico
Quadro Resumo 3

Desta forma compreendemos que todo psicopedagogo FAZ diagnóstico independe de seu curso e de seu local de trabalho.


Quadro Resumo 3


A partir desta reflexão fica claro que o ambiente determinará que tipo de diagnostico e instrumento o psicopedagogo vai usar.
Vamos ser mais especifico. Os principais instrumentos de trabalho do psicopedagogo são: EOCA, testes de leitura, memória, atenção, caixa lúdica, desenhos e brinquedos.
Os instrumentos não vão ser utilizados de forma separada uns para clínico ou outros só para instituições. A mesmo EOCA que eu utilizo no meu consultório será a que eu utilizo em uma escola, num a ONG ou até mesmo no atendimento a domicílio.
Desta forma o instrumento a ser utilizado deve ser de acordo com a necessidade especifica que o cliente – aprendente esteja precisando.
Tradicionalmente conhecemos na psicopedagogia um modelo de diagnóstico em longas sessões, algo que já vem mudando e precisa mudar mais e mais. Assim como Alice Fernandez lutou para que o processo de diagnóstico fosse mais eficaz na Argentina precisamos repensar nos modelos tradicionais e há algum tempo temos trabalhado na divulgação de um diagnóstico chamado DIPP onde as sessões são mais rápidas e diretas.
Dentro das instituições elas precisam ser rápidas, eficazes e cheias de especificidades.
Aqui não traremos um roteiro do que ser usado passo a passo porque defendemos que cabe a você psicopedagogo definir que instrumentos vão usar.
Anamneses, um questionário, brinquedos, testes seja o que for utilizado deve ser adaptado para a realidade do local, para a pessoa ou grupo de pessoas em atendimento e para aquele momento específico.
O psicopedagogo também pode criar inovar, reinventar novos e antigos instrumentos este é o papel crucial da psicopedagogia construir conhecimento. 

As Intervenções Dentro Das Instituições

Intervir é o momento de buscar soluções. É aqui onde o trabalho do psicopedagogo é de crucial importância e sempre colocamos que é o mais difícil de ser feito.
Muitos profissionais ficam presos ao processo de observação e diagnóstico e quando chega na fase de intervenção não atingem resultados de sucesso.
Isto se dá porque não há uma receita pronta para o processo de intervenção. Ele exige que o profissional analise, planeje e execute um projeto.
As ações que serão desenvolvidas dentro das instituições vão ser resultados do processo de diagnóstico ou observação. A partir das necessidades apontadas é que a equipe psicopedagógica deve traçar suas metas de intervenção.
Sobre as metas de intervenção vamos deixar duas dicas:priorize as mais urgentes e estabeleça metas de curto prazo e de longo prazo.

O planejamento de intervenção deve ser focado nas necessidades do usuário da instituição. A pergunta principal é O QUE POSSO FAZER AGORA POR ESTAS PESSOAS? O QUE REALMENTE ELAS PRECISAM para ter um melhor desempenho de suas habilidades escolares, funcionais ou mesmo laborais.
A partir das suas respostas ao questionamento acima devem ser planejados as metas de curto e longo prazo. O que faremos agora e o que faremos depois. Não adianta planejar muitas metas em um curto prazo ou planejar uma única meta para um tempo muito amplo.
Intervir é planejar, executar, avaliar os resultados e atingir objetivos.
As atividades a serem realizadas podem ser oficinas psicopedagógicas, reuniões de formações com a equipe de profissionais da instituição, criação de estratégias pedagógicas, sugestão de material escolar, livros, eventos, palestras, seminários e uma infinidade de ideias que podem surgir de sua criatividade. Sempre lembrando que será o ambiente que vai lhe dar as dicas do que intervir e como intervir.
Vamos aproveitar a oportunidade e falar sobre a intervenção unilateral dentro da instituição. Quando a intervenção é focada em um indivíduo especifico que tem uma necessidade especifica ou é este indivíduo que vai realizar outras intervenções.
Como exemplos podemos citar um professor especifico de uma escola, ou um aluno que esteja muito atrasado e prejudicando o rendimento dos demais, um funcionário que não adaptou ao local de trabalho, um idoso com dificuldade de memória e etc.
Tanto nas intervenções coletivas e individuais será levada em conta a individualidade, necessidades, habilidades, características do ambiente e recursos disponíveis para a intervenção.
O tempo da intervenção também sofre influencia do tipo de ambiente, do cliente que usa este ambiente, quanto tempo ele frequenta, como ele frequenta, sua assiduidade, permanência e a partir destes dados é que o psicopedagogo irá traçar em seu projeto de intervenção quais atividades, instrumentos e quantas sessões serão realizados.

CONCLUSÕES

Sonhamos com o dia que acabarão os cursos divididos. Onde os psicopedagogos não mais utilizarão termos como clinico e institucionais. Com o dia em que ser psicopedagogo seja tão popular quanto o dentista e o professor. Que a sociedade conheça e use os serviços destes profissionais.
Não está muito longe, assim esperamos. Sabemos que não será hoje ou amanhã. Mas sabemos que cada vez que falamos ou que escrevemos sobre isto estará mais perto de acontecer e se esta leitura influenciou de alguma forma para que vire realidade já estarei satisfeita.
Toda sociedade brasileira precisa do trabalho do psicopedagogo. Todo psicopedagogo precisa trabalhar. Então, só precisamos nos unir em uma única causa. PSICOPEDAGOGIA POPULAR.

Um abraço fraterno a todos os nossos alunos, professores e amigos profissionais psicopedagogos.

Jossandra Barbosa.

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