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terça-feira, 10 de novembro de 2015

A crise da Alfabetização


A crise da alfabetização.
O número de crianças diagnósticada com hiperatividade, dislexia, discalculia,disortografia e outros distúrbios aos seis anos é muito grande em nosso país. Crianças aos sete anos tomando estimulantes, famílias em longas horas de consultórios por semana. O que está acontecendo? Por que aprender hoje está mais difícil?
Vivemos hoje um processo de crise na alfabetização brasileira. As mudanças de mercado de trabalho estão exigindo pessoas mais jovens e capacitadas, o ensino médio termina aos 16 anos. Um adulto com 24 anos já tem pós-graduação. Com isso há exigência de ser alfabetizado cada vez mais cedo. O processo de alfabetização que iniciava com seis anos e terminava aos oito, agora inicia aos 4 , termina aos 6 anos. Exige-se de uma criança de seis anos que ela já esteja no nível alfabético, lendo e interpretando, conhecendo regras gramaticas e redigindo pequenos textos. A educação infantil cada dia perde o melhor da infância, O BRINCAR. As crianças aos quatro e cinco anos já estão enfileiradas nas salas , menos decoradas , e com quadros acrílicos e carregando de 6 a 10 livros nas mochilas. As coleções de livros do ensino infantil já trazem os conteúdos similares e na mesma cobrança do primeiro ano, há ainda aquelas escolas que adotam livros de séries superiores a do aluno. A conclusão de tudo isto é que as crianças estão chegando ao primeiro, segundo e terceiro ano sem saber ler. As novas coleções adotadas com métodos sócio-construtivistas não estão dando resultados, os pais ficam mais ansiosos, porque as atividades são exigidos leitura e a criança nem conhece as sílabas. O processo de ensino silábico está se extinguindo e surgindo novos métodos, que ainda não são totalmente eficazes. Resultando em mais horas que a criança passa nos reforços e terapias psicopedagógicas. Aqueles que possuem rendas para pagar os altos valores destes acompanhamentos. Os alunos de ensino público são taxadas de atrasados, burros, hiperativos, doentes ou retardados. O governo criou um pacto de alfabetização para alunos do terceiro ano, o que as crianças de ensino privado já devem alcançar com cinco anos, no segundo período do ensino infantil os professores da rede publica brasileira está tentando com seus alunos. É importante que os pais antes de procurarem um neurologista procure um psicopedagogo para que investigue se a criança não tem só um problema de ensinagem, um resultado de uma má alfabetização. Ser rotulado com um transtorno não é bom para nenhuma criança, nem para um adolescente. Muitas intervenções não há necessidade de medicação somente técnicas de alfabetização correta para que a criança consiga atingir o nível certo de leitura. Por isso defendemos que toda escola tenha um psicopedagogo. Como especialista em aprendizagem humana ele é um importante componente no corpo escolar para avaliar o ensino e as dificuldade de cada aluno.
Por Jossandra Barbosa.

2 comentários:

  1. Concordo com cada palavra, já venho dizendo isso há algum tempo em qualquer discussão sobre a educação e outra coisa o pior que sinto a cada dia é que os pais estão perdidos, não sabem lidar com seus filhos, que crescem repletos de estímulos mas, totalmente sem limites... são dois fatores que juntos me fazem ter uma previsão assustadora, dessa próxima geração, se já estão incomodados com a de hoje, esperem pra vera próxima!!!!

    Carla Xavier

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